
Acabo de voltar da festa de la Mercè com a certeza de que amo Barcelona.
Pode ser a impressão de uma romântica em dias cor-de-rosa (e pós show do Travis), mas a diversidade e a liberdade que são possíveis de experimentar aqui me fazem tão bem...
Quatro dias de concertos, desfiles de gigantes, circo, brincadeira, gincana, fogos (festa na Catalunha sem um foguete não é festa), exposições, museus abertos e gente, muita gente na rua. É a festa maior de Barcelona, com uma programação variada, a lembrar da padroeira, Virgen María de la Merced (embora eu mesma não tenha conhecido a parte religiosa da comemoração). É festa popular a ocupar muitos espaços da cidade.
Imersa no meu universo da pesquisa, olhei a festa também desde o foco da presença latino-americana em Barcelona. E hoje saí a ver o que encontrava na Praça Catalunha, onde acontecia uma mostra de associações.
Ali na centro da cidade:
* apresentação de dança com o grupo Alma Peruana, antes do flamenco e da música clássica
* projetos sociais tocados aqui por gente de lá
* encontro em associação de bolivianos
* gente disposta a contar um pouco da sua história
* e, antes de ir embora, duas brasileiras a misturar samba com batida eletrônica, distribuindo instrumentos de percussão improvisados que fizeram catalão, brasileiro, chileno, francês e quem mais passasse balançar



Ok, nem tudo é integração e festa...
mas deixa eu viver o meu dia de polyanna.


